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Sem as estrelas, Brasil tem missão complicada nos EUA

O cenário está montado nos Estados Unidos para uma das disputas mais empolgantes da Copa América até o momento. Neste sábado, dia 6 de julho, as atenções se voltam para o embate entre Brasil e Uruguai, duas nações com trajetórias distintas na competição. A partida promete não apenas emoção, mas também técnica apurada e estratégias envolventes de ambos os times. A partida está agendada pear as 22h (horário de Brasília), no Allegiant Stadium, em Las Vegas.

Sem o lesionado Neymar e com Vinícius Júnior suspenso, o Brasil terá um grande desafio. Com um time ainda sem identidade, a aposta será na tradição e força de sua camisa. No cargo desde janeiro, o técnico Dorival Júnior ainda não conseguiu dar uma cara à seleção brasileira, que segue longe de seu estilo.

Com o empate em 1 a 1 com a Colômbia na terça-feira (2), o Brasil terminou na segunda colocação do Grupo D da Copa América, com 5 pontos somados em nove possíveis. Em entrevista coletiva em Santa Clara (Califórnia), Dorival ressaltou que sua equipe está em processo de reconstrução, o que requer tempo para alcançar uma solidez como a da Colômbia, invicta há 26 jogos. “Essas oscilações vão acontecer, é uma equipe em formação, não podemos esquecer”, ressaltou o treinador.

No entanto, a paciência que Dorival pede bate de frente com os problemas que a seleção brasileira precisa resolver a curto prazo, que no momento ocupa a modesta sexta posição nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, uma acima da repescagem.

Dorival terá que buscar soluções para um ataque carente de artilheiros, num momento em que Rodrygo parece sentir o peso de ser o camisa 10 com a ausência de Neymar. “Até pouco tempo ouvia dizer que o Brasil tinha de aprender a jogar sem os protagonistas, é o momento. Vini fica fora, estamos sem Neymar por algum tempo, em algum momento não os teremos em uma partida, outros terão de aparecer”, disse Dorival. Com Rodrygo e Raphinha aparentemente titulares, as outras duas opções são os jovens Savinho, que marcou contra o Paraguai, e Endrick, que ainda espera uma oportunidade para começar jogando.

Por outro lado, O Uruguai, sob a liderança de Marcelo Bielsa desde maio de 2023, tem demonstrado um futebol envolvente e eficaz. Com uma campanha impressionante de 15 jogos, 10 vitórias e apenas 2 derrotas, a Celeste se destacou com 34 gols marcados e apenas 10 sofridos. Darwin Nuñez, emergindo como figura central no ataque, assumiu com competência o lugar de Luis Suárez, tornando-se o principal goleador da equipe nesta Copa América.

Outro jogo
19h – Colômbia x Panamá

Tribuna do Norte

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