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RN fecha janeiro com saldo negativo na geração de empregos

O Rio Grande do Norte fechou o mês de janeiro com saldo negativo na geração de postos de trabalho com carteira assinada. O Estado registrou um número maior de demissões (15.570) do que de contratações (15.546), o que resultou num saldo de -24 vagas no primeiro mês do ano. Os dados são do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Novo Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira 9.

O setor da Agropecuária foi o que puxou os números do Rio Grande do Norte para baixo, com uma queda registrada em -4,48%, o que representa 1.141 desligamentos contra apenas 316 admissões – uma perda de 825 vagas. O grupamento do comércio também perdeu 175 vagas, fechando o grupo das atividades que sofreram retração.

Já o setor que mais cresceu no Estado, nesse mesmo período, foi o de serviços, com variação positiva de 670 postos de trabalho. Também experimentaram crescimento os setores da Indústria (39 vagas) e Construção (267).

Os dados do Ministério do Trabalho e Previdência mostram ainda que Natal sofreu uma perda de 184 postos de trabalho (6.588 admissões contra 6.772 demissões). Parnamirim teve um saldo positivo de apenas 4 vagas, e Mossoró perdeu 113 postos.

Apesar do bom desempenho em algumas áreas, os números do Rio Grande do Norte não acompanharam os do País, que fechou o mês de forma positiva, com a geração de 83.297 postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 1.874.226 admissões e 1.790.929 desligamentos.

O Rio Grande do Norte terminou o ano de 2022 com saldo positivo de 21,2 mil novos empregos formais. O Estado registrou um total de 198.929 contratações e 177.729 demissões no ano passado. O Estado fechou o ano com um estoque de 460,8 mil pessoas com trabalho de carteira assinada.

BRASIL

Ao todo, apenas dezesseis das vinte e sete unidades da federação registraram saldo positivo e e em quatro dos cinco grandes grupos de atividade econômica. Com isso, o estoque recuperado de empregos formais alcançou 42.527.722 postos de trabalho. Dos postos gerados, 66.849 podem ser considerados típicos e 16.448 não típicos.

As unidades federativas com maior saldo foram São Paulo (+18.663 postos), Santa Catarina (+15.727) e Mato Grosso (+13.715). Já as que tiveram menor saldo foram Paraíba (-1.717), Pará (-1.853) e Ceará (-3.033).

O números mostraram ainda que em janeiro desse ano, três das cinco regiões brasileiras apresentaram saldo positivo, sendo elas Sul (+32.169 postos), Centro-Oeste (+27.352 postos) e Sudeste (+18.778 postos). Já as outras duas regiões apresentaram queda – Nordeste (-133) e Norte (-482 postos).

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