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Casal preenche a ficha de adoção e coloca que podia ser uma criança com algum tipo de deficiência; caso tem reviravolta

Juiz exigiu que futuros pais fossem visitar todos os dias a menina, que a princípio tinha uma deficiência bilateral de audição. Pais dizem que foi amor à primeira vista. O processo de adoção da bebê está em andamento.

A dentista Priscila Hiromi e o arquiteto Rafael Távora preencheram a ficha de adoção e colocaram que podia ser uma criança com algum tipo de deficiência.

O juiz exigiu que eles fossem visitá-la todos os dias até a data do exame.

Foi amor à primeira vista entre os pais e filha. O casal seguiu os protocolos para a adoção da pequena Ana, que a princípio tinha uma deficiência bilateral de audição e não ouvia dos dois ouvidos.

“A gente foi no exame marcado. Ela já estava com a gente, então já era nossa filha. A médica falou: ‘Mãe, pode respirar. Ela não está escutando, mas ela não tem nenhum dano permanente, nenhuma má formação”.

A porta batia, o cachorro latia, a buzina tocava e ela não escutava nada. Não piscava, nenhuma reação”, diz Priscila.

Foi uma corrida contra o tempo: antibiótico para ajudar a bebê. Até que em um dia normal, Ana escutou alguma coisa pela primeira vez.

“Quando a moça que trabalha aqui em casa ligou o aspirador de pó, ela chorou, chorou muito”, explica o pai.

O rostinho de Ana não pode ser exibido porque o processo de adoção ainda não terminou. Mas a família já está formada com afeto e muitos cuidados.

Globo repórter.

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