OVNs ajudam helicópteros do Exército em resgates aéreos na madrugada no Rio Grande do Sul

Os trabalho de assistência e resgate realizados pela Aviação do Exército Brasileiro (AvEx) no Rio Grande do Sul seguem pela madrugada. Com a utilização de equipamentos de alta tecnologia, a tripulação consegue ter a visibilidade necessária e adequada ao voo. Os óculos de visão noturna (OVNs) funcionam como intensificadores da luz, permitindo que os militares operem com iluminação ambiente reduzida.

Pequenos, mas fundamentais para garantir condições adequadas de voo em terrenos de difícil acesso e de pouquíssima visibilidade, os equipamentos de visão noturna garantem o sucesso das missões de resgates e de transporte de medicamentos, água e alimentos da Operação Taquari 2.

O Exército Brasileiro tem nove helicópteros atuando no estado do Rio Grande do Sul. São aeronaves dos modelos Pantera K2; HA-1 Fennec; HM-3 Cougar e HM-4 Jaguar.

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Casos de dengue crescem 20% e Sesap emite alerta para epidemia

Os casos confirmados de dengue no Rio Grande do Norte cresceram 20,36% nas últimas seis semanas epidemiológicas de 2023 em relação ao mesmo período do ano anterior, o que fez com que a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), emitisse uma nota informativa para alertar sobre o cenário no Estado em 2024.

Conforme os dados da pasta, nas últimas semanas de 2022 foram confirmados 604 casos da doença. No mesmo recorte de 2023, o quantitativo subiu para 727. O Ministério da Saúde prevê o início da vacinação contra a doença no próximo mês, mas ainda não existem estratégias definidas para a imunização.

Se comparado o recorte do ano inteiro, 2023 apresentou redução no número de casos confirmados e óbitos em relação a 2022: foram 2.430 confirmações e três mortes no ano contra mais de 12 mil casos confirmados e 21 óbitos nos 12 meses anteriores. De acordo com a Sesap, no entanto, o crescimento dos casos nos últimos meses preocupa. As análises epidemiológicas da pasta, conforme a Secretaria, apontam para a possibilidade da saúde pública enfrentar um crescimento substancial dos casos de arboviroses, em especial da dengue.

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Crimes contra flora dobram na Amazônia de janeiro a dezembro de 2023, diz Ibama

Foto: Bruno Kelly/Ibama

Na Amazônia, de janeiro a dezembro de 2023, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou o aumento de 106% de infração por crimes contra a flora, na comparação com a média de 2019 a 2022. As infrações são aplicadas quando a ação pode causar poluição de qualquer natureza e pode gerar danos à saúde humana ou de animais. A pena pode levar à prisão de até quatro anos, além do pagamento de multa.

Os dados do instituto também mostram que embargos ambientais cresceram 64% no período. A medida é adotada para interromper atividades que causem danos ao meio ambiente ou que estejam em desacordo com as leis e normas ambientais.

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Metodologia com IA identifica focos de incêndio com antecedência

Metodologia desenvolvida pelo professor e pesquisador Fábio Teodoro de Souza, do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), com uso de inteligência artificial (IA),  identifica focos de incêndio com 12 horas de antecedência e 85% de acerto. A metodologia está disponível desde 2015, com testes efetuados no Parque Nacional Chapada das Mesas, no Maranhão, e pode ser aplicada em qualquer local do país. Ela considerou dados de focos de incêndios monitorados por satélites do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e dados meteorológicos da rede automática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Mudanças climáticas e práticas de manejo destrutivas provocam incêndios florestais que, ao longo dos últimos anos, têm se tornado cada vez mais comuns. Queimadas significativas foram registrados em semanas recentes no Canadá e em países europeus como Grécia, Itália e Espanha. Mas muitos desses focos podem ser previstos com a ajuda da tecnologia.

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Recorde negativo de gelo marinho na Antártida pode potencializar eventos climáticos extremos

Os sucessivos recordes negativos de gelo marinho na Antártida em 2023 reforçaram o alerta de pesquisadores sobre os efeitos dessas diminuições na circulação atmosférica e na formação de ciclones e chuva.

Entre as consequências possíveis estão a mudança de posição e intensidade dos ciclones, que provocam chuvas como as que atingiram o Rio Grande do Sul recentemente. Ainda, se a tendência de águas mais quentes diminuir a formação de gelo marinho, o impacto vai chegar à cadeia alimentar, com efeitos indiretos em animais de grande porte, como as baleias.

Embora não seja possível dizer qual é a parte que cabe às mudanças climáticas no degelo marinho, especialistas apontam que o aquecimento global têm participação na mudança do cenário.

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Idema completa 40 anos com objetivo de interiorizar atuação

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA) completa 40 anos neste sábado (16). O órgão foi criado para suprir a necessidade de aliar a preservação dos recursos naturais a uma perspectiva econômica. Agora, atua como um instrumento primordial para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

Seus objetivos incluem a promoção da educação ambiental, criação e gestão de unidades de conservação, aplicação de penalidades, implantação de unidades de conservação e controle ambiental. Além disso, o IDEMA também monitora e fiscaliza áreas relacionadas à proteção do meio ambiente e dos recursos naturais do Estado.

Nesses 40 anos, o órgão esteve voltado a responsabilidade e compromisso com o meio ambiente. Nesse período, o IDEMA já criou novos espaços, teve avanços na energia renovável, economia, alteração do clima, conservação dos biomas, pesquisas e práticas gerenciais.

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